O primeiro filme de uma empresa de transporte executivo que estava começando em Curitiba. Cinquenta e cinco segundos para apresentar o serviço e, principalmente, as pessoas por trás dele.
O desafio
Empresa nova, sem material nenhum: nenhuma foto, nenhum vídeo, nenhuma referência de como a marca se parece em movimento. E um serviço em que o produto não é o carro — é a confiança de entrar nele. Isso não se resolve mostrando o carro bonito e listando serviço.
O outro limite era prático: o vídeo precisava viver no feed e no WhatsApp, onde a apresentação acontece de verdade. Formato vertical, sem depender de som, e curto o bastante para ser assistido até o fim.
O processo
A Sigui é um casal, e a história vem do pai motorista — dirigir é herança de família, não escolha de mercado. Esse foi o fio: o roteiro parte das pessoas e deixa o carro como consequência.
Diária única de captação pela cidade — pontos de táxi, fachadas de hotel, centro de Curitiba, o carro em movimento —, tudo em vertical desde a gravação, para não perder enquadramento no corte. A direção de arte segue o sistema da marca: preto, branco e vermelho como acento único.
Na edição, o ritmo faz o trabalho: cortes curtos no começo para segurar os três primeiros segundos, respiro no meio quando aparece o rosto de quem atende, e a assinatura fechando.
A entrega
- Roteiro e direção do vídeo de apresentação
- Diária de captação em Curitiba
- Edição, tratamento de cor e sound design
- Master vertical 4:5 para redes e envio direto a cliente
